Já era tarde, meus olhos não viam mais a luz do abajur, deitei no sofá, coração acelerado, eu estava prestes a morrer. A morte não era mais um fim e sim um começo, olhei fotos que antes não significavam nada, mas naquele instante, lágrimas escorriam pelo meu rosto.
Continuava a seguir em frente, cada passo que dava, mais lágrimas derramava. Tinham retratos pregados nas paredes. Relembrava fatos vividos, de momentos desperdiçados. Por que isso estava acontecendo? Nunca fui a nerd da sala, sempre me comportei mal, não me importava com os outros, mãe e pai só se preocupavam quando algo serio acontecia e me recordo da cena quando briguei com a garota na sala de aula. Quase fui expulsa, só não aconteceu porque era filha do diretor da escola.
Cheguei em uma porta que tinha escrito com letras em negrito “ Felicidade, abra e saberá o que é!”. Tive medo, era uma sensação inesperada. Entrei, sonhos de uma família feliz. Acordei, estava no quarto de hospital, minha mãe estava do meu lado segurando minha mão, percebi que estava na UTI e vi que era um recomeço de uma vida e faria tudo diferente.
Continuava a seguir em frente, cada passo que dava, mais lágrimas derramava. Tinham retratos pregados nas paredes. Relembrava fatos vividos, de momentos desperdiçados. Por que isso estava acontecendo? Nunca fui a nerd da sala, sempre me comportei mal, não me importava com os outros, mãe e pai só se preocupavam quando algo serio acontecia e me recordo da cena quando briguei com a garota na sala de aula. Quase fui expulsa, só não aconteceu porque era filha do diretor da escola.
Cheguei em uma porta que tinha escrito com letras em negrito “ Felicidade, abra e saberá o que é!”. Tive medo, era uma sensação inesperada. Entrei, sonhos de uma família feliz. Acordei, estava no quarto de hospital, minha mãe estava do meu lado segurando minha mão, percebi que estava na UTI e vi que era um recomeço de uma vida e faria tudo diferente.
Por Jaína Moreira, 3º ano


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