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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Carta de Capitu.



Rio de Janeiro, 25 de novembro de...
Querido Bentinho,
Não sei ao certo como começar essa carta, estou em meio a escuridão do meu leito de morte. Apesar das suas dúvidas em relação a mim, acredito que não fiz nada de errado. Escrevo porque preciso esclarecer certos acontecimentos. Lembra-te dos pais de Sancha, que afirma como sou parecida fisicamente e também no gênio com a esposa dele?
Existem semelhanças inexplicáveis no mundo, o que justifica as características de Ezequiel e Escobar. Sempre incentivei o relacionamento do nosso filho com Capituzinha, isso mostra que não existe parentesco entre os dois. Se tivesse, nunca permitiria essa união. Lembre de outro momento, a morte de seu melhor amigo, as minhas lágrimas foram de pena e de tristeza, de um pai ter morrido tragicamente, deixando uma filha. Estava imaginando o que é perder alguém que faz parte da nossa vida.
Acabo essa carta com uma pergunta, “por que o ciúme leva-nos a imaginar coisas que realmente nunca aconteceram?”. Deve está pensando algo nesse momento, creio eu. Acabaste com sua família e com as pessoas que sempre o amou...
Beijos, Capitu.

Por Jaina Moreira, 3° Ano.

2 comentários:

Unknown disse...

Para onde capitu vai depois de enviar essa carta?

Tata disse...

Continua na Suíça