“Nunca amamos ninguém. Amamos, tão somente, a idéia que fazemos de alguém. É um conceito nosso, em suma, a nós mesmos que amamos”. O poeta tem a sua opinião para uma tão complicada e duvidosa pergunta. Existe o amo?
Primeiramente, o que ele é? Deve ser um sentimento-produto criado pelos capitalistas para explicar a visão que temos de uma oura pessoa. Não, não uma visão, mas a falta dela. E assim, utilizar desse pretexto e induzir os amantes de que quem ama, compra. Ou talvez o amor seja a falta de sentimento de alguém por alguém. Ele nos cega, nos faz de idiota. Não é possível que uma pessoa olhe para a outra e não veja aquela barriga em excesso ou aqueles vícios de linguagem que tiram qualquer um do sério. Por isso o amante é um cego, um ser dotado da completa falta de sentimentos, ou seja, ele ama.
É impossível definir o que não existe. Isso mesmo, não há o amor. Ele nem mesmo é o nada. É a falta do nada, é a falta de tudo. É um vazio maior que o vácuo, que suga todas as coisas com maior eficiência que um buraco negro. Ele não constrói o mundo, ajuda a acelerar a sua destruição.
Primeiramente, o que ele é? Deve ser um sentimento-produto criado pelos capitalistas para explicar a visão que temos de uma oura pessoa. Não, não uma visão, mas a falta dela. E assim, utilizar desse pretexto e induzir os amantes de que quem ama, compra. Ou talvez o amor seja a falta de sentimento de alguém por alguém. Ele nos cega, nos faz de idiota. Não é possível que uma pessoa olhe para a outra e não veja aquela barriga em excesso ou aqueles vícios de linguagem que tiram qualquer um do sério. Por isso o amante é um cego, um ser dotado da completa falta de sentimentos, ou seja, ele ama.
É impossível definir o que não existe. Isso mesmo, não há o amor. Ele nem mesmo é o nada. É a falta do nada, é a falta de tudo. É um vazio maior que o vácuo, que suga todas as coisas com maior eficiência que um buraco negro. Ele não constrói o mundo, ajuda a acelerar a sua destruição.
Por Vitor Valann, 3º ano.


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