Já que a tecnologia domina a sociedade, o computador não podia ser diferente. Passamos horas na frente dessa máquina e, para facilitar a comunicação, criamos uma linguagem revolucionária: o internetês. O uso desse artifício pode ate ser justificável pela sua praticidade, mas é inaceitável que ele seja utilizado fora do seu ambiente de criação, ou seja, a internet.
Muitos jovens acabam aplicando seus grandiosos conhecimentos originados do internetês na escola. Isso é absurdo. O uso do internetês deve ficar restrito ao mundo virtual para que ele não represente um risco ao nosso idioma. E a situação tende a piorar, já que as novas gerações invadem as salas de bate-papo virtual cada vez mais cedo.
Por outro lado, as pessoas que usam o internetês inconscientemente sabem que o mundo virtual não é o ambiente adequado para abrigar nossa ilustre Língua Portuguesa. Então, é perfeitamente aceitável que ela fique restrita aos que são dignos de sua presença. Nosso idioma não pode ser banalizado dessa forma. É difícil não ceder aos encantos do internetês no dia-a-dia, mas é necessário para o bem da humanidade.
Muitos jovens acabam aplicando seus grandiosos conhecimentos originados do internetês na escola. Isso é absurdo. O uso do internetês deve ficar restrito ao mundo virtual para que ele não represente um risco ao nosso idioma. E a situação tende a piorar, já que as novas gerações invadem as salas de bate-papo virtual cada vez mais cedo.
Por outro lado, as pessoas que usam o internetês inconscientemente sabem que o mundo virtual não é o ambiente adequado para abrigar nossa ilustre Língua Portuguesa. Então, é perfeitamente aceitável que ela fique restrita aos que são dignos de sua presença. Nosso idioma não pode ser banalizado dessa forma. É difícil não ceder aos encantos do internetês no dia-a-dia, mas é necessário para o bem da humanidade.
Por Érika Sales, 3° Ano.


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