Estava angustiada, largada no sofá de casa, pensando consigo mesma que não podia ficar daquele jeito, tinha que mudar, dar mais valor a si. Não era um homem que ia estragar a sua vida.
Ligou para ele, marcou um último encontro em um restaurante, era quase meia-noite. A mulher se arrumou toda, era agora uma dama, elegante e sensual, o patinho feio era um cisne. Pegou a sua bolsa e saiu, uma mulher nunca sai sem a sua bolsa, agora estava feliz, decidiu mudar a sua vida.
No encontro, conversaram, ela disse tudo que estava preso, logo veio uma felicidade, na verdade um alívio. Comeram, ele pagou a conta, na hora de ir embora, ela tira um revólver da sua bolsa e atira com firmeza acertando a testa do outro.
Ligou para ele, marcou um último encontro em um restaurante, era quase meia-noite. A mulher se arrumou toda, era agora uma dama, elegante e sensual, o patinho feio era um cisne. Pegou a sua bolsa e saiu, uma mulher nunca sai sem a sua bolsa, agora estava feliz, decidiu mudar a sua vida.
No encontro, conversaram, ela disse tudo que estava preso, logo veio uma felicidade, na verdade um alívio. Comeram, ele pagou a conta, na hora de ir embora, ela tira um revólver da sua bolsa e atira com firmeza acertando a testa do outro.
A testa era um lugar premeditado, ela poderia ter atirado em qualquer parte, mas para estragar a imagem dele no velório, teria que atirar no rosto.
Saiu na maior tranqüilidade, foi para uma festa, cantou, dançou, beijou homens, estava feliz, seus olhos brilhavam por nada, o ser dela era outro, percebeu que não precisava daquele homem, era como a Fênix, ressurgida das cinzas. Naquele dia e naquele horário, decidiu ser feliz.
Foi ao banheiro, olhou-se no espelho. Estava linda, fatal, era outra pessoa. Ficou vidrada na própria imagem e disse para o seu próprio reflexo:
- Sou feliz!
Saiu na maior tranqüilidade, foi para uma festa, cantou, dançou, beijou homens, estava feliz, seus olhos brilhavam por nada, o ser dela era outro, percebeu que não precisava daquele homem, era como a Fênix, ressurgida das cinzas. Naquele dia e naquele horário, decidiu ser feliz.
Foi ao banheiro, olhou-se no espelho. Estava linda, fatal, era outra pessoa. Ficou vidrada na própria imagem e disse para o seu próprio reflexo:
- Sou feliz!
Por Welleson Costa, ex-aluno.


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