Como carro na chuva ácida
Coisas pintadas que ache,
Um quadro de dona Plácida...
Uma hora...
cai a tinta...
Não importa quanto você é bom,
Não importa o que você fez.
Se eu me importo com todos vocês
Em necessidade não mudam o tom
Uma hora...
cai a tinta...
Nos dedos, alianças banhadas;
No peito, um coração partido
Em tudo q foi vivido
Nas ruas, caras pintadas
Uma hora...
cai a tinta...
No asfalto, está estampado
O símbolo tão idolatrado
O povo então aplaudiu
a bandeira do Brasil,
mas uma hora...
cai a tinta...
Nunca importa a dor q sinta.
Não vai adiantar chorar.
mas ainda da pra agüentar
tentar segurar bondade na tinta mas...
Quanto tempo consigo segurar
a tão preciosa tinta?
Tinta que pintou minha alma
como asas de borboleta.
Sacrificaria a vida pela tinta?
Assim como fez uma moça calma
Assim como fez Julieta?
suponho q uma hora...
cai a tinta...
Mesmo assim sendo
Só acredito vendo
Vivo por essa razão...
Manter a tinta em meu coração!
Por Thyago Leitão, 2º ano manhã


5 comentários:
Parabéns, Thiago... Você ainda vai escrever muita coisa linda...
Adoro poesia desse tipo. Você tem talento.
Nem me assusto mais com a criatividade desse indivíduo! Poesia linda, bem elaborada, mas num vou mais puxar o saco não, porque sou suspeita! ;-P
vish! esse ultimo comentario foi tudo! detalhe meu nome original eh Thyago, com "y" eh bom q tu ajeite Laura senão eu deprimo. E qnto ao texto ta show mermo, enfim eh meu ne?
fazer o q?
dpois faço outras contribuiçoes ia fazer agora de madrugada, mas ta tarde, ia acabar chegando atrasado^^
mas ta bom o texto, parabens pra mim ae!
vc eh lindo demais cara!
rssssssss (para o comentário acima)
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