Parado no alpendre de sua casa, João olhava para o horizonte tentando pensar sobre o que ocorrera na noite passada. Foi algo muito confuso e muitas eram as perguntas que passavam pela sua mente, deixando-o completamente atordoado. Respirava profundamente, pois uma dor começava a tomar conta de sua cabeça.
Um homem com uma máscara estranha invadira sua morada naquela noite pegando-o de surpresa. Foram momentos de terror. O desconhecido tinha a voz rouca que amedrontava ainda mais João.
Chamava João de malandro, vagabundo, cretino, palavras de baixo calão que ele jamais imaginara ouvir. Era um rapaz sério e não seria capaz de machucar uma formiga. Começou a ficar com mais medo quando percebeu que o homem estava descontrolado.
Foi nesse momento que João pensou em sua vida. E se tudo acabasse ali? Ele não aproveitara o bastante para que aquele fosse o ponto final. Queria brincar, namorar, além de realizar todos seus sonhos.
O estranho retirou uma faca de um dos bolsos, começou a passar pelo rosto de João, apesar de não feri-lo era tudo muito assustador. Deslizou o objeto pontiagudo no pescoço chegando até o tórax de João, brincava de uma forma satânica.
João pediu que tivesse paciência e não fizesse nada de que pudesse se arrepender no futuro. De repente o homem pára. Ele tremeu e pensou que aquele seria seu fim.
Rezas, promessas, juras, tudo João fez. Queria que aquela cena acabasse. O homem começou a chorar, chorava como um bezerro desmamado. Mesmo depois de todo o pânico, começara a sentir um pouco de pena daquele que nem conhecia.
Após minutos ouvindo o choro, João passou a achar aquele lamento familiar. Pensou, pensou e nada vinha a sua cabeça, a faca que continuava na mão do homem o preocupava mais do que reconhecê-lo.
Aproximando-se dele, este mandou que João abrisse sua mão e pegasse a faca. Não entendendo o significado daquilo, ele o fez. O homem com suas mãos segurou as de João e encostou a faca em seu peito, dizendo que não poderia fazê-lo sozinho e precisava de ajuda.
Em um gesto rápido ele tirou a máscara do desconhecido. Sabia que era alguém próximo e agora tinha certeza. Era seu melhor amigo que há alguns dias lhe declarou seu amor. Pedira para ficar com João, o homem estava apaixonado, e de uma forma rápida e seca, João disse que não dava certo.
João gritou para que seu amigo na tentasse se matar, não era por conta de uma decepção amorosa que a sua vida chegaria ao fim, não era o apocalipse, apenas um amor estranho e não correspondido.
Um homem com uma máscara estranha invadira sua morada naquela noite pegando-o de surpresa. Foram momentos de terror. O desconhecido tinha a voz rouca que amedrontava ainda mais João.
Chamava João de malandro, vagabundo, cretino, palavras de baixo calão que ele jamais imaginara ouvir. Era um rapaz sério e não seria capaz de machucar uma formiga. Começou a ficar com mais medo quando percebeu que o homem estava descontrolado.
Foi nesse momento que João pensou em sua vida. E se tudo acabasse ali? Ele não aproveitara o bastante para que aquele fosse o ponto final. Queria brincar, namorar, além de realizar todos seus sonhos.
O estranho retirou uma faca de um dos bolsos, começou a passar pelo rosto de João, apesar de não feri-lo era tudo muito assustador. Deslizou o objeto pontiagudo no pescoço chegando até o tórax de João, brincava de uma forma satânica.
João pediu que tivesse paciência e não fizesse nada de que pudesse se arrepender no futuro. De repente o homem pára. Ele tremeu e pensou que aquele seria seu fim.
Rezas, promessas, juras, tudo João fez. Queria que aquela cena acabasse. O homem começou a chorar, chorava como um bezerro desmamado. Mesmo depois de todo o pânico, começara a sentir um pouco de pena daquele que nem conhecia.
Após minutos ouvindo o choro, João passou a achar aquele lamento familiar. Pensou, pensou e nada vinha a sua cabeça, a faca que continuava na mão do homem o preocupava mais do que reconhecê-lo.
Aproximando-se dele, este mandou que João abrisse sua mão e pegasse a faca. Não entendendo o significado daquilo, ele o fez. O homem com suas mãos segurou as de João e encostou a faca em seu peito, dizendo que não poderia fazê-lo sozinho e precisava de ajuda.
Em um gesto rápido ele tirou a máscara do desconhecido. Sabia que era alguém próximo e agora tinha certeza. Era seu melhor amigo que há alguns dias lhe declarou seu amor. Pedira para ficar com João, o homem estava apaixonado, e de uma forma rápida e seca, João disse que não dava certo.
João gritou para que seu amigo na tentasse se matar, não era por conta de uma decepção amorosa que a sua vida chegaria ao fim, não era o apocalipse, apenas um amor estranho e não correspondido.
Por Rennan Mota, 3º ano


5 comentários:
Parece aquelas histórias de cinema.
Só muita imaginação para fazer um texto desse.
Meus PARABÉNS.
Amei o final.
"Geeeeeente do mundodoo gay"
Comovente, criativo. Acho que você deveria elaborar um romance usando esse texto de base... Eu compraria!
ain biâ, parece historia da minha vida... o João e talz...huahuahua
mesmo assim, muito bom o texto, mas se a bia comprasse um livro desse eu n deixaria ela ler, vai q ela se incentiva e me dexa pela melhor amiga dela ¬¬
nananinanaum, entao Renan n dexo escrever o livro. Vai q ela compra escondida de mim.
¬¬" compraria: sim. trocaria trusyren pela mlr amiga: não. Bobãooo.
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